segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Uma nova manhã nascerá.


Ouça as correntes se arrastarem...
Enquanto isso...
Lá fora...
No profundo oculto da minha mente retalhada,
trovões caem sem parar...
E os pulsos dessa terra são como sinos que se dobram e vibram até rachar o chão ao meio:
a hora mais esperada dos meus dias.

Há de parar...
Há de parar essa paixão,
essa chama,
esse coração de ninguém,
que agora espuma dores e odores putrefatos.

Amanhã, meia-noite ou meio dia,
vou sorrir quando ver você chegar na minha porta.
Como eu queria!

Tenho sono...
E já era hora de dormir novamente...
O sonho dos lunáticos e dos poetas...
O meu sonho verde translúcido.

E quando vi, não acreditei:
era eu, esperando por mim,
esperan(çan)do por algo mais...


2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. 07:00
    Dor que dá gosto sentir essa tal solidão, depressão, realidade,vida,sobrevida .....mais que dilacera por dentro e faz um dia não querer sentir mais essa saudade que destrói a vontade de viver...volta Zu

    ResponderExcluir